quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Lumbini,o exato local do nascimento do Buda shakyamuni

Lumbini está localizada no distrito de Kapilavastu, no Nepal, próxima à fronteira com a India. É o local onde se diz ter a Rainha Mayadevi dado à luz Siddharta Gautama, aquele que, como Buda Shakyamuni, daria origem à tradição Budista. O Buda viveu por volta dos anos de 563 e 483 A.C. Lumbini é um dos quatro mais importantes destinos de peregrinações para os Budistas, segundo o próprio Buda, ao lado de Kushinagar, Bodh Gaya, e Sarnath.

Lumbini, o exato local do nascimento de Buda

Lumbini, o exato local do nascimento de Buda

Lumbini está localizada no sopé do Himalaia, 25 km a leste do município de Kapilavastu, onde se diz ter o Buda vivido até idade de 29 anos. Ali se encontram vários templos, entre os quais o Templo Mayadevi, e outros em construção. Ali também se encontram o Puskarini ou Lago Sagrado – onde a mãe do Buda realizou o ritual antes do seu nascimento e onde ele, também, tomou o seu primeiro banho – bem como as ruínas do Palácio de Kapilavastu.

Na época do Buda, Lumbini era um parque situado entre Kapilavastu e Devadaha. Nos dias de hoje, um pilar demarca o ponto da visita de Ashoka a Lumbini. De acordo com uma inscrição no pilar, ele foi colocado lá pelos encarregados do parque para comemorar a visita e a doação de Ashoka.

O lugar sagrado de Lumbini está cercado por uma extensa zona monástica, onde somente monastérios podem ser construídos; sem lojas, pontos de comércio, hotéis ou restaurantes. Divide-se em duas zonas monásticas, oriental e ocidental, sendo que na zona oriental se encontram os monastérios Theravada, e na ocidental se encontram os monastérios Mahayana e Vajrayana.

Naquele local sagrado também se encontram ruínas de antigos monastérios, uma sagrada árvore Bodhi, um antigo lago para banho, o pilar de Ashoka e o Templo Mayadevi; onde o preciso local do nascimento de Buda está demarcado. Das primeiras horas da manhã às últimas horas da tarde, peregrinos de vários países realizam cânticos em orações e meditação no local.

Fonte: Wikipedia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O Inverno nunca falha em se tornar Primavera…

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“Aqueles que creem no Sutra de Lótus são como o inverno; o inverno nunca falha em se tornar primavera. Desde os tempos antigos jamais se ouviu que o inverno tenha se transformado em outono ou que um devoto do Sutra de Lótus tenha se transformado numa pessoa comum” — este é um dos mais famosos trechos dos escritos de Nitiren Daishonin que tem servido de alento para inúmeras pessoas superarem suas dificuldades na jornada da vida em direção à felicidade.

Esse trecho faz parte da carta escrita em 1275 para a monja leiga Myoiti que vivia em Kamakura. Era uma mulher instruída que havia perdido seu marido e enfrentava dificuldades para criar seus dois filhos. Nitiren Daishonin escreveu-lhe a fim de encorajá-la, afirmando que os seguidores do Sutra de Lótus vivem como se estivessem em meio a um inverno, mas que essa situação infalivelmente se transforma em primavera.

Quatro anos antes, Daishonin havia sido alvo da Perseguição de Tatsunokuti e fora exilado na Ilha de Sado. Esses fatos culminaram na cruel investida contra os seguidores de Daishonin em Kamakura. Entre eles, estavam Myoiti e o seu marido, que tiveram as terras confiscadas. No entanto, o casal persistiu resolutamente na prática da fé do Sutra de Lótus como genuínos discípulos.

Infelizmente, a morte do marido de Myoiti ocorreu antes de Daishonin ser libertado do exílio. A ela coube criar dois filhos, um dos quais estava doente. Ela própria se encontrava com a saúde extremamente debilitada. Mesmo em meio às circunstâncias tão adversas, ela continuou prestando um sincero apoio a Daishonin. Enviou, por exemplo, um serviçal para ajudá-lo durante a permanência dele tanto em Sado como em Minobu.

Ultrapassar o rigor do inverno

Para celebrarmos a chegada da primavera, precisamos antes ultrapassar o inverno. Do ponto de vista da prática budista, a conquista da felicidade é uma luta da transformação do carma e da superação de inúmeros desafios. As provações do rigor do inverno são necessárias para se alcançar uma brilhante primavera com base na fé.

O inverno se transforma em primavera, não em outono — eis um princípio imutável da natureza. Do mesmo modo, aqueles que praticam a Lei Mística atingirão o estado de Buda e não permanecerão no estado ilusório de mortal comum. Este é um princípio universal da vida.

O essencial é compreender que o que torna genuína a alegria da primavera é justamente o rigor do inverno que a precede. Somente quando superamos as provações do inverno por meio do poder da fé conseguimos desfrutar a primavera de triunfo.

Quando resistimos e superamos as dificuldades do inverno e saímos vitoriosos por meio da prática budista, podemos fazer com que as flores brilhantes da vitória se abram radiantes em nossa vida.

Se, em meio ao rigor do frio, deixarmos de lutar ou de avançar na fé, terminaremos com resultados incompletos. A chave para a nossa vitória encontra-se na intensidade e na paixão com que nos desafiamos no inverno, na sabedoria que manifestamos nesse período, e em quão significativamente vivemos cada dia com a convicção de que a primavera chegará sem falta.

Ter fé é avançar tanto na primavera como no inverno

Ter fé no Sutra de Lótus significa avançar pelo caminho do inverno de adversidades. Quando enfrentamos a árdua tarefa de transformar nosso carma, podemos celebrar a chegada da primavera e edificar a boa sorte e a felicidade em nossa vida. Não nos esquivemos, portanto, do rigor do inverno. Se tivermos a coragem de enfrentar os desafios do frio, poderemos avançar ilimitadamente rumo à esplêndida primavera que é a consecução do estado de Buda e do Kossen-rufu.

O presidente Ikeda nos orienta para repetirmos constantemente a ação de transformar o “inverno em primavera”, pois o ato de lamentar está fortemente enraizado em nossa vida de mortal comum.

Por meio dos constantes esforços para transformar o inverno em primavera, somos capazes de elevar a condição de vida de mortal comum em direção a uma vida baseada na sabedoria do Buda.

O fundamental é que nosso avanço se baseie na recitação de Daimoku, tanto em momentos de sofrimento como nos de alegria. Se agirmos assim em tempos de dificuldade, encontraremos a sabedoria necessária para transformar o veneno em remédio, e nos momentos felizes, avançaremos com otimismo e esperança ainda maiores.

Escrito por BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 1996

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Bom amigo (Zentishiki) e mau amigo (Akutishiki)

consciencia Os termos Zentishiki e Akutishiki indicam dois tipos de pessoas que exercem influência positiva ou negativa em
nossa prática budista, literalmente, significam, respectivamente, “conhecimento benéfico” e “conhecimento maléfico”.
Em outras palavras, o indivíduo que traz um “conhecimento benéfico”, conduzindo o outro à prática correta do
budismo, é considerado “bom amigo”, que lhe possibilita acumular boa sorte e o conduz à felicidade absoluta. Em
contrapartida, a pessoa que conduz a outra para um caminho negativo, desviando-a da prática, representa um “conhecimento
maléfico”, ou “mau amigo”. Este ilude os outros com falsas doutrinas e obstrui a prática budista. Normalmente,
aproxima-se das pessoas fingindo ser amigo com a intenção de desviá-las da prática budista e de fazêlas
seguir outro ensino. Devido a essa atitude, o Sutra do Nirvana ensina que a pessoa deve temer ser influenciada
por um “mau amigo”.
No escrito “Abertura dos Olhos”, Nitiren Daishonin descreve as conseqüências de seguir os “maus amigos”: “Dentre
aqueles que receberam as sementes da iluminação no remoto passado e os que as receberam dos filhos do
Buda Excelência da Grande Sabedoria Universal, muitos desistiram das sementes e, por terem seguido más companhias
(“maus amigos”), sofreram, respectivamente, no inferno durante longos períodos de kalpa tão inumeráveis
quanto as partículas de pó de sistemas de grandes mundos”. (Os Escritos de Nitiren Daishonin, vol. IV, págs. 200-
201.)
Em relação ao “bom amigo”, o capítulo “Os Feitos Anteriores do Rei Adorno Maravilhoso” do Sutra de Lótus descreve
os dois irmãos, Repositório Puro e Visão Pura, como bons amigos de seu pai, o Rei Adorno Maravilhoso, por
terem-no convertido ao budismo. Esse capítulo define um “bom amigo” como a causa e a circunstância positivas
por meio das quais a pessoa é direcionada e conduzida, capacitando-a a ver o Buda e a manifestar o desejo pela
suprema e perfeita iluminação. Um “bom amigo” é também interpretado como um “bom mestre”, pois essa pessoa
ensina aos outros o correto ensino.
Com certeza, estas citações dos escritos budistas milenares mencionando a existência do “bom amigo” e do “mau
amigo” são, na verdade, alertas para os praticantes do budismo da época atual quanto às influências positivas ou
negativas em nossa prática da fé. Em qualquer época, é importante que saibamos discernir corretamente as influências
que tentam interferir negativamente ou fortalecer nossa prática do Budismo de Nitiren Daishonin para, assim,
jamais sairmos do caminho da felicidade absoluta.

No escrito “Três Mestres Tripitaka Oram por Chuva”, Nitiren Daishonin afirma: “Quando se transplanta uma árvore,
mesmo que soprem ventos violentos, ela não tombará se tiver uma firme estaca para mantê-la em pé. Porém,
mesmo uma árvore que cresceu em um lugar adequado pode cair caso suas raízes sejam fracas. Uma pessoa fraca
não sucumbirá se aqueles que a apóiam forem fortes, mas uma pessoa de considerável força, quando só, poderá
tropeçar num terreno irregular. (...) Portanto, o melhor modo de atingir o estado de Buda é encontrar um zentishiki,
ou bom amigo. Até onde a sabedoria de uma pessoa pode levá-la? Se a pessoa possui sabedoria suficiente
pelo menos para distinguir o quente do frio, deve procurar um bom amigo”. (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol.
VI, pág. 167.)
A analogia apresentada por Nitiren Daishonin neste trecho do escrito aplica-se perfeitamente à vida de um praticante
budista. Mesmo uma pessoa fraca pode se tornar forte quando possui um bom amigo, um apoio que a estimule
a vencer. Como membros da BSGI, temos a grande boa sorte de estarmos cercados por pessoas que nos
encorajam e nos conduzem constantemente à prática nos momentos de dificuldade, tais como doença, acidentes
ou outros sofrimentos da vida. Pode ser difícil manter a prática por si só, especialmente ao enfrentar as dificuldades.
Por isso, uma boa influência que direcione a pessoa à recitação de Daimoku é fundamental. Nesse sentido,
devemos sempre valorizar os “bons amigos” que nos circundam e que nos incentivam a dar continuidade na prática
da fé.
Na seqüência do escrito citado anteriormente, Daishonin afirma: “Con-tudo, encontrar um bom amigo é algo muito
difícil. Assim, o Buda comparou esse feito à raridade de uma tartaruga de um olho só achar um tronco flutuante de
sândalo com uma cavidade com tamanho certo para comportá-la, ou à dificuldade de se tentar puxar uma linha do
Céu Brahma e passá-la pelo orifício de uma agulha na terra. Além do mais, nestes maléficos Últimos Dias, os
maus companheiros são mais numerosos do que as partículas de pó que compõem a terra, ao passo que a quantidade
de bons amigos é menor do que a de grãos de pó que se consegue amontoar sobre a unha de um dos dedos
da mão”. (Ibidem.)
Sob um outro ponto de vista, o “bom amigo” também pode ser aquele que nos persegue, conforme o Buda Sakyamuni
descreveu no capítulo “Devadatta” do Sutra de Lótus. Ele afirma que Devadatta, seu eterno inimigo, seria
como um “bom amigo” porque, em uma existência prévia, ele o instruiu sobre o Sutra de Lótus. Em seus escritos,
Daishonin também se refere aos inimigos como “bons amigos”, por conduzir as pessoas a fortalecer sua fé e a
persistir na prática budista.(Brasil Seikyo, edição nº 1861, 30/09/2006, página A7.)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A importância da fé

5 Em um diálogo com os jovens, o presidente Ikeda afirmou: “Fé significa eterna esperança; é o segredo para um ilimitado
autodesenvolvimento. A fé é o princípio fundamental para o crescimento... A fé é um assunto de importância
fundamental para nós. Vocês poderão se tornar genuínos sucessores da Soka Gakkai ou grandes líderes do
século XXI somente se estabelecerem em sua vida uma sólida base de forte e inabalável fé. Tudo se resume unicamente
na fé. Ela contém a verdade, a coragem, a sabedoria e a boa sorte. Inclui também a benevolência e a
humanidade, bem como a paz, a cultura e a felicidade.” (Brasil Seikyo, edição no 1.484, 14 de novembro de 1998,
pág. 3.)
A palavra “fé”, escrita em caracteres chineses, tem dois significados: não enganar, isto é, ser autêntico; e não duvidar.
Miao-lo afirma: “O significado da fé integral é que, enquanto a razão é a mãe da fé, a fé é a mãe da prática.”
Assim, a fé no budismo é razão, opondo-se à irracionalidade. Tient’ai afirma: “Crer significa não ter dúvidas.”
Na escritura “Significado da Fé”, Nitiren Daishonin diz: “O que chamamos de fé não é nada extraordinário. Assim
como uma mulher estima seu marido, como um homem dá sua vida pela sua esposa, como os pais não abandonam
seus filhos, ou como uma criança se recusa a deixar sua mãe, da mesma maneira devemos depositar nossa
confiança no Sutra de Lótus, em Sakyamuni, em Taho e em todos os Budas e Bodhisattvas das dez direções, bem
como nos deuses celestiais e divindades benevolentes, e recitar Nam-myoho-rengue-kyo.” (As Escrituras de Nitiren
Daishonin [END], vol. 6, pág. 93.)
Com a sincera fé somos capazes de conquistar tudo. Por meio dela, devemos avançar dia a dia, construir um caminho
seguro, um alicerce sólido.
De toda forma, tendo abraçado o Gohonzon inscrito pelo Buda Original para a felicidade de toda a humanidade, é
de suma importância exercitarmo-nos diariamente na prática tanto individual como altruística para aprofundarmos a
fé, tal como afirma Daishonin na célebre frase de sua escritura “Resposta a Kyo’o”: ”Tudo depende da sua fé. Uma
espada será inútil nas mãos de um covarde. A poderosa espada do Sutra de Lótus deve ser manejada por alguém
corajoso na fé.” (END, vol. 1, pág. 276.)
Se nos empenharmos firmemente, com uma fé destemida, certamente poderemos conquistar a grandiosa vitória
na vida, superando todo o tipo de obstáculos e dificuldades e alcançar a felicidade absoluta. Assim, não teremos
nada do que nos arrepender no futuro.

No Budismo de Nitiren Daishonin a prática da fé é exercitada em meio à própria vida diária. Por isso, mantê-la sem
negligenciá-la não é uma tarefa fácil. Num diálogo com jovens o presidente Ikeda afirmou: “Talvez não haja nenhuma
prática mais difícil do que a da continuidade. Todavia, se desafiarmos para realizá-la um pouquinho mais a
cada dia, sem perceber teremos construído um caminho para a felicidade nas profundezas da nossa vida; teremos
construído um sólido dique que impedirá de sermos arrastados para a infelicidade.” (Brasil Seikyo, edição no
1.484, 14 de novembro de 1998, pág. 4.) Em outras palavras, o ponto fundamental para conquistarmos a verdadeira
felicidade está justamente na continuidade da prática da fé por meio do desafio diário de avançar mesmo que
seja um passo por vez.
Em uma de suas escrituras enviadas a Shijo Kingo, Daishonin afirma: “Muitas pessoas ouvem e abraçam este sutra,
mas quando assim o fazem, ocorrem dificuldades e somente um pouco delas podem continuar em sua fé. Aceitá-
la é fácil, mas mantê-la é difícil. Porém, a iluminação encontra-se no ato de mantê-la.” (As Escrituras de Nitiren
Daishonin [END], vol. 1, pág. 279.)
São várias as orientações que o presidente Ikeda vem dando com relação à importância da continuidade da prática,
certa vez ele disse que “o estabelecimento de uma fé resoluta que não vacila sob nenhuma circunstância é o
mais importante. Em outras palavras, o objetivo essencial da profunda fé é desenvolver uma fé inabalável e uma
personalidade sólida, bem como construir um modo de vida e uma conduta igualmente sólidos. Fundamentados
nessa base de fé inabalável, devem ser flexíveis com relação à maneira de empenhar-se para promover ainda
mais o Kossen-rufu, efetuando todas as espécies de atividades a fim de transformarem as dificuldades (veneno)
em fontes de crescimento (remédio)”.
E Nitiren Daishonin também afirma na escritura “Resposta ao Lorde Ueno”: “Atualmente, existem pessoas que têm
fé no Sutra de Lótus. Entretanto, alguns crêem como chamas ardentes, enquanto outros, como água corrente.
Quando os primeiros ouvem sobre o budismo, entusiasmam-se como o fogo, mas quando se afastam são dominados
pela mente disposta a abandonar a fé. ‘Como água corrente’ significa crer continuamente sem nunca retroceder.
Como o senhor freqüentemente tem me visitado independentemente das circunstâncias, sua fé é comparável
à água corrente. Quão digno de respeito!” (END, vol. 1, pág. 419.)
A analogia da prática da fé com “chamas ardentes” refere-se às pessoas que se entusiasmam com o budismo no
início mas logo esmorecem diante da realidade da vida diária. Em contrapartida, a fé de “água corrente” caracteriza-
se pela busca contínua do auto-aprimoramento por meio da recitação diária do Gongyo e do Daimoku e de ações
para aplicar o poder da oração nas questões do cotidiano. Portanto, a fé de “água corrente” é consolidada pelos
desafios da vida diária e manifesta-se no empenho em resolver as questões pessoais, como relacionamento
familiar, dificuldades econômicas ou de trabalho, dedicando-se ao mesmo tempo nas atividades da organização
em prol do Kossen-rufu.                                               Fonte:(Brasil Seikyo, edição nº 1666, 07/09/2002, página A6.)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Como fazer o Daimoku.

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A oração budista é o MANTRA, no caso do budismo de Nitiren Daishonin é o mantra Nam-Myoho-Rengue-Kyo.

Existem vários tipos de meditação, a silenciosa e a chantting, que é a repetição de mantra.

Por isso quando recitando o mantra, você pode dizer que está orando, meditando ou fazendo Daimoku.

Existem 2 tipos de benefícios que se manifestam com a Prática Budista:

Visíveis - que muitas vezes parecem milagres, mas não são! É apenas a reação do seu Meio Ambiente a sua Mudança de Vibração.

Ex: Uma oferta de emprego, uma quantia em dinheiro que vc precisava desesperadamente, uma oportunidade de estudos, um convite para um show, um presente inesperado, etc.

Invisíveis - são as mudanças internas que ocorrem no indivíduo devido a Prática Budista. É a sua Revolução Humana!

Ex: Após algum tempo de Prática, você percebe que os problemas já não te stressam ou te trás insegurança como antes; a rotina de trabalho que antes te entediava se transforma numa oportunidade de criação valor,etc. A sua mudança interna lhe proporciona POSITIVISMO, LIBERDADE, AUTO-ESTIMA, CORAGEM e acima de tudo SABEDORIA!

A sua energia muda completamente e a sua vibração positiva e construtiva é percebida pelas pessoas ao seu redor!

Local: Sente-se em frente ao seu Gohonzon (pergaminho budista e objeto de devoção) ou em frente a uma parede caso você não tenha o Gohonzon ainda.

É importante ter o Gohonzon pois este estimula a budicidade inerente dentro de nós, é um aspecto místico do budismo, onde o nosso SER entende a mandala (Gohonzon) e manifesta o estado de buda que existe dentro de cada um de nós.

Postura: Sente-se ereto, em uma cadeira ou no chão. O importante é manter uma boa postura para que a energia possa circular. Como trabalhamos com energia, um bom Daimoku esquenta muito o nosso corpo (calor)!

Cuidado com a postura de “pedinte” lembre-se de que nós somos criadores, criamos a nossa própria realidade.

Tenha uma postura guerreira de alguém que está aqui para fazer a diferença na sociedade.

Em muitos textos você verá a palavra - pedidos ou pedir, porém para nós budistas isso significa determinar os objetivos. Nós somos criadores, por isso realizamos os nossos desejos, não temos um deus personificado a quem recorrer.

Somos responsáveis e criamos o nosso próprio destino!

Faça o daimoku com os olhos abertos, olhando para o “coração” do Gohonzon (onde se localiza o Myoho) ou escreva em um cartão o seu desejo e faça o daimoku olhando para ele.

Ex: Um emprego, ter mais energia/disposição, ter mais paciência, uma casa nova, um amor, a solução de um determinado problema, cura de uma doença, melhorar nos estudos, ler mais, fazer um curso de.., etc.

Caso não tenha um objetivo claro, seguem algumas sugestões:

- Eu sou capaz de manifestar o meu Maximo potencial em tudo que faço e nas minhas relações com as outras pessoas.

- Todos estão em paz e felizes na minha família!

- Quero fazer a diferença na vida de alguém hoje!

Lembrando que a realização das nossas metas dependem da elevação do nosso estado de vida, da nossa vibração, e sendo assim da nossa sintonia com o Universo.

A recitação do Mantra faz emergir de dentro de nós a sabedoria para esta reforma interna e principalmente nos faz visualizar os caminhos para a realização das nossas metas. Mas, como disse antes, NÃO existem milagres, e sim muita coragem, sabedoria, determinação e ESFORÇO.

Recite o mantra em voz alta e sinta a vibração das vogais no seu corpo.

Cuidado para não recitar muito alto e incomodar as outras pessoas da casa.

Mãos: devem ficar juntas na altura do pescoço e se preferir, você pode segurar o juzu (“terço” budista) ou não.

Como fazer os pedidos:

1-Precisamos agradecer as coisas pelas quais devemos ter gratidão.

2- Agradecer por aquilo que não nos evoca gratidão de forma nenhuma.

3-Agradecer o futuro.

Orando neste modo nos sentiremos absolutamente fortes, de outro modo, pode acontecer que mesmo recitando uma hora de daimoku, com força, nos sentiremos cansados e acabados no final.

Existem pessoas que de repente, no meio da recitação, sentem vontade de limpar o oratório, ou pior, que se levantam rápido como se tivessem lembrado de alguma coisa importante – começando a arrumar certas coisas, enquanto a boca recita daimoku, e depois voltam a sentar na frente do oratório, como se nada tivesse acontecido.

Isso ocorre por que usam o hemisfério esquerdo do cérebro para recitar.

É indispensável usar o hemisfério direito do cérebro pra recitar o mantra.

Usando o hemisfério direito será fácil recitar muito daimoku.

Vejamos mais sobre isso a frente, no decorrer do texto.

O primeiro grau da gratidão inclui a oração, por isso temos que agradecer.

Não è bom orar deste jeito: “ Por favor Gohonzon, me ajude”. Isso è lamentação do hemisfério esquerdo do cérebro e faz parte do inconsciente coletivo. Em quase todas as religiões se ora assim. Temos que parar de fazer deste jeito, ao contrario, lembrar tudo o que temos a agradecer, tipo esta coisa linda me aconteceu, esta pessoa me apoiou, coisa por coisa, uma depois da outra, não importa quanto pequenas possam parecer, tornaram todas as lembranças positivas e agradeceremos por isso.

Podemos repetir varias vezes o mesmo tipo de agradecimento, nos sentiremos imediatamente melhores, por que estimulamos o hemisfério direito.

O segundo grau da oração da gratidão è aquilo que não nos causa gratidão.

Por exemplo se tiverem uma doença orem com profunda gratidão a esta doença: “ Sou profundamente agradecido pois desta maneira poderei mudar meu Karma definitivamente”. Recitar com esta compreensão ate para os problemas do seu casamento, relacionamento com filhos, com problemas de relacionamento ou desemprego. Por todas as dores e sofrimentos agradecer deste modo. não devemos orar “ Por favor Gohonzon que eu possa curar minha doença, me ajude a ver isso ou aquilo.” Este tipo de oração que suplicamos a graça não ajuda pois nasce da lamentação. A oração durante a recitação do Daimoku, deve nascer da gratidão. Assim se obterá a resposta.

Se tiverem uma vizinha antipática, recitem; “ Obrigada vizinha de coração”, este comportamento faz ultrapassar os limites do inconsciente coletivo que vem sendo passado de geração a geração, dizendo budisticamente, o seu próprio karma da suas gerações.

O psiquiatra suíço Jung também confirmou que este comportamento è determinante.

Na terceira fase devemos agradecer nosso futuro.

Precisamos imaginar o próprio futuro como desejamos .

Não importa se o seu medico disse que a sua doença não tem cura.

Você vai decidir que vai ser curado e seu médico terá sabedoria para ajudá-lo.

Façam um passo a frente e recitem “ a minha doença já foi curada”. Jung disse que ter um fato como já ocorrido è o mais eficaz.

Agradeça o que você “pediu” ao Gohonzon e veja a situação já realizada – Vivencie o seu desejo!

Podemos também fazer o Mantra para outras pessoas, para elas a gente determina Sabedoria, Saúde, Felicidade e Boa Sorte. NUNCA deseje nada além disso!

Imagine as metas sendo realizadas, a sua Alegria e Emoção com a concretização dos seus projetos. Assim você ativará o hemisfério DIREITO do Cérebro que é imprescindível para nos harmonizar com o Universo. Sempre manifeste gratidão e alegria durante a recitação do Daimoku.

Normalmente após 5 dias de recitação (5 min pela manhã e noite) você terá alguns benefícios invisíveis e/ou visíveis e a prova real do Sutra de Lótus na sua vida!

Os benefícios se manifestam de 4 formas na nossa vida:

1. No primeiro caso, referem-se a momentos onde enfrentamos uma dificuldade muito séria e a nossa oração é atendida imediatamente. Encontramos uma solução para o problema!
2. No segundo caso, as nossas orações fortes e específicas não conduzem necessariamente a um benefício imediato ao em vez disso, vão se acumulando e aparecendo gradualmente na nossa vida!
3. Quanto ao terceiro caso, devido a boa sorte acumulada através da prática constante, a nossa vida é purificada naturalmente, abrindo caminho para a realização de todos os nossos desejos.
4. Por fim, os benefícios latentes acumulados através da firme prática aparecem justamente num momento crucial da nossa vida a fim de nos proteger de algo/alguém!
O importante é continuar recitando com fé que as coisas vão acontecendo no seu devido tempo. Podemos deixar que o Universo se encarregue do "como" e "quando!!!

Tenha uma prática como água corrente, faça o mantra (medite) todos os dias pela manhã e noite.

Comece com 5 min pela manhã e noite e depois vá aumentando até chegar a 30min pela manhã e noite.

Farei que meu Daimoku inunde o universo inteiro, assim como também os trilhões de células do meu corpo.”

Milhões de Daimoku são recitados a todo o momento pelos membros da SGI do mundo. Garantirei que a qualidade do meu conste entre os 50 melhores. Aplico resoluta determinação e toda minha energia positiva, e direciono meu Daimoku para trabalhar diligentemente pelos meus objetivos, sem um momento de descanso.

Não há dúvida de que meu Daimoku pode alcançar ou viajar a qualquer lugar. Portanto, como pode não acertar o alvo que determinei?

Tento recitar Daimoku com uma forte determinação (itinen), como uma afiada e poderosa espada, com a força do rugido de um leão, confiando em fazer estremecer, movimentar e tocar o universo.

Sem ter encontrado um problema verdadeiro e devastador, nunca é fácil para mim recitar Daimoku com o sentimento de extrema urgência de uma situação de vida ou morte. Percebo de que só mediante tal sentimento de extrema urgência posso experimentar o tipo de Daimoku profundo que move o céu e a terra. Mas, nem por toda a minha vida, quero trocar meu bem-estar e saúde por esta experiência, ainda que realmente necessito saber como é orar dessa maneira.

Faz quatro anos, fiquei sabendo por um jornal da televisão que quatro estudantes universitários tinham ficado soterrados numa avalanche. Três deles foram resgatados três horas mais tarde, mas um morreu. Mantendo a tragédia na minha mente, durante minha oração, comecei a visualizar o acidente. Imaginava-me aprisionada dentro da espessa neve. Não estava certa se alguém sabia onde eu estava quando ocorreu a avalanche. Tinha pouco ar e podia congelar-me até morrer em pouco tempo. O que podia fazer para sair dalí antes de que fosse tarde de mais? Era agora ou nunca.

Pensando assim, finalmente pude recitar um Daimoku capaz de derreter a neve em segundos.

Se você pensar que pode ou que não pode de qualquer modo você estará certo.

Muitas pessoas não se permitem “pedir” o que realmente desejam porque não vislumbram como isso pode se concretizar.

Não tentem entender como isso é feito, apenas acredite que efetivamente será feito.

Se você fizer uma pesquisa verá que todos os que já conquistaram algo na vida não sabiam como o fariam, mas tinham a certeza interior de que iriam fazê-lo.

Você não precisa saber como as coisas virão, você atrairá o caminho.

O “como fazer”é domínio do universo, que conhecer o caminho mais curto, mais rápido e mais harmonioso entre você e o seu sonho.

Se você enviar o seu sonho ao universo, vai se surpreender e deslumbrar-se com os resultados.

É quando a magia e a boa sorte acontecem.

Todas as forças do universo respondem aos seus pedidos.

O universo se reorganiza para fazer com que as coisas aconteçam para você.

Lembrem-se: A prosperidade é um direito de todos e o caminho para a paz mundial!

Tudo na vida têm o seu preço!

Para continuar obtendo os Benefícios do Sutra de Lótus, você precisa fazer a sua Revolução Humana (o ambiente em que você vive é espelho do seu interior).

Por isso, Determine durante a recitação do mantra que terá mais Benevolência, Compaixão, Paciência e irá empreender um esforço genuíno para se melhorar como Ser Humano.

Seja o responsável pelo seu futuro, seja o dono do seu DESTINO!

Textos:

A freqüência do universo - Sr. Akio Nakano, vice responsável da divisão educadores da prefeitura de Chiba.

Recite um Daimoku que estremeça o universo - Jeanny Chen, Saratoga, California.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A Lei da Causalidade, uma Fonte de Esperança

Meloisa_75 A Lei da Causalidade, uma Fonte de Esperança
Com base na Lei de Causa e Efeito, podemos moldar nosso futuro aqui e agora.
Como as nossas ações afetam outros? Levamos em consideração o efeito que nossas ações terão, não apenas num
futuro próximo, mas também sobre nossos filhos e futuras gerações? Além disso, levamos em consideração como nossos
pensamentos, palavras e ações durante esta vida nos afetarão nas próximas vidas? Causa e efeito geralmente diz respeito
ao princípio de que ações no presente originam situações, circunstâncias e outros fenômenos em algum momento no
futuro.
As funções de causa e efeito são mais ou menos evidentes no mundo físico mas podem não ser tão óbvias na vida de um
ser humano.
Um texto budista define: “Se você quiser entender as causas que existiram no passado, observe como os resultados estão
manifestados no presente. E se você quiser entender quais resultados se manifestarão no futuro, observe as causas que
existem no presente ” (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, pág. 279).
Isto demonstra a lei de causa e efeito que transpõe passado, presente e vidas futuras. O Budismo explica que as causas
são feitas através de pensamentos, palavras e ações. O acúmulo de tais causas é geralmente citado como carma, o qual
significa "ação". Resumindo, boas causas criam bons resultados, enquanto causas ruins acarretam em resultados ruins.
Conseqüentemente, as circunstâncias nas quais nos encontramos hoje são vistas como resultado de várias causas criadas
no passado. Ao invés de tornar-se obcecado em tentar descobrir porque uma situação específica ou circunstância
apresenta-se em sua vida, o budismo ensina a importância de focar o momento presente e fazer causas a partir deste
momento em direção a um futuro mais radiante e feliz.
Basicamente, ao invés de permanecermos conformados com as circunstâncias do nosso carma, podemos nos tornar
capazes de mudar nossas tendências e nosso futuro.
Em A Sabedoria do Sutra de Lótus, o presidente Ikeda, da SGI, explica que esta lei de causa e efeito é a base da crença e
da prática budista. Ele afirma: “Se o ponto da causalidade for simplesmente ignorado, então não
estaremos falando de budismo. É exatamente esta explicação de causa e efeito que diferencia um ensinamento como
budista, enquanto a ausência da causalidade denota um ensinamento não-budista” (vol. 5, pág. 162).
O propósito central da prática budista é transformar nossas tendências básicas da vida para desvendar nosso potencial
superior como seres humanos, nosso estado de Buda e para ajudar outros a conquistarem o mesmo. A partir deste ponto de
vista, a prática budista pode ser considerada a causa enquanto o efeito será atingir o estado de Buda.
Com base no Sutra de Lótus, Nitiren Daishonin revelou o princípio da simultaneidade de causa e efeito. A flor de lótus —
o rengue de Nam-myoho-rengue-kyo — difere de tantas outras flores no sentido que semeia novas flores ao mesmo tempo
em que floresce. Ao recitar Nam-myoho-rengue-kyo e praticar a filosofia de vida do Sutra de Lótus como ensinado por
Nitiren, criamos a causa para alcançar o estado de Buda e manifestar o efeito de simultaneamente  despertar o estado de
Buda dentro de nós mesmos.
Isto pode parecer diferente do que vivenciamos em nosso ambiente físico imediato ou do mundo perceptível onde parece
existir uma lacuna entre o início de uma ação e seu resultado. Entretanto, como o budismo de Nitiren ensina que todos os
fenômenos existem em um único momento de vida, causa e efeito são simultâneos. Ao contrário de outros ensinamentos
budistas onde atingir o estado de Buda só pode ser atingido vida após vida, Nitiren ensina que podemos atingir o estado de
Buda aqui e agora, neste momento, nesta vida.
Na carta “A Entidade da Lei Mística,” Nitiren escreve: “Quando o sábio estava observando o princípio e designando
nomes para todas as coisas, ele percebeu que existia esta maravilhosa Lei única [myoho] que simultaneamente abrangia
tanto causa quanto efeito [rengue], e que ele chamou de Myohorengue. Esta Lei única que é Myoho-rengue, abrange
dentro de si, todos os fenômenos, engloba os Dez Mundos e os três mil reinos, e se faz presente em cada um deles.
Qualquer um que pratique esta Lei obterá ambos, tanto a causa quanto o efeito do estado de Buda, simultaneamente”
(END-1, pág. 421.) Tradução não-oficial.
Quando recitamos Nam-myohorengue-kyo, podemos instantaneamente ativar nosso estado de Buda inato. Além disso, a
cada momento que nos esforçamos para desenvolver nossa fé na Lei Mística, estamos criando a causa que revela o estado
de vida de Buda. E quando nossos pensamentos, palavras e ações expressam este estado de vida iluminado, eles tornamse
causas que contribuem para nossa própria felicidade e a de outros, a partir deste momento e por toda a eternidade.
Preparado por Rika Hagiyama para o Departamento de Estudos da SGI-EUA.
A lei de causa e efeito é a base de crença e prática do budismo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

As 9 Conciências Do Budismo.

images Os cinco primeiros tipos: são percepções sensoriais obtidas diretamente pelos cinco órgãos dos sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato.
Da sexta à nona consciência: estão as funções perceptivas da mente.
A sexta consciência: é o poder que integra os cincos sentidos e faz um julgamento de forma inclusiva. Por exemplo, diante de um objeto bonito, mas de péssimo odor, temos a tendência de rejeitá-lo imediatamente.
A sétima; denominada manas em sâncrito, representa o poder do pensamento. Em vez de criar um julgamento sobre o que foi percebido pelos cinco sentidos, nessa consciência procuramos encontrar uma certa ordem à luz das experiências vividas e das circunstâncias externas. Em outras palavras, é nessa consciência que existe a manifestação da razão, que é característica apenas dos seres humanos. Como resultado dessa consciência, manifestam-se os valores, conceitos e princípios que herdamos de outras pessoas, como nossos ancestrais, e o que aprendemos no dia-a-dia ou desenvolvemos pela busca de conhecimentos. Assim, por meio dessa consciência, manifesta-se a característica do ego, da discriminação, do auto-apego etc.
A oitava: consciência é chamada de alaya, em sâncrito, e corresponder ao que a psicologia moderna denomina deinconsciente. Na consciência alaya, que significa repositório em sânscrito, acumulam-se todas as experiências vividas na forma de ações, pensamentos e palavras, do passado ao presente, ou seja, o carma. Dessa forma, mesmo que uma pessoa não se lembre do que fez em um passado próximo ou distante, tudo fica registrado nessa consciência e, de acordo com a lei da causalidade, não pode escapar da manifestação dos efeitos de todas as causas acumuladas.
Por fim, a nona: consciência, denominada amala em sânscrito, significa imaculada. Ela encontra-se na parte mais profunda da vida humana, livre das impurezas que o indivíduo possa trazer como resultado de suas ações passadas e acumuladas na oitava consciência. Nitiren Daishonin elucida essa nona consciência como sendo o próprio estado de Buda, que se estende eternamente do infinito passado ao infinito futuro na vida de todas as pessoas. Texto tirado do Buda na Web.